Soldados com armas nucleares amarrados nas costas.

Reportagem da Foreign Policy conta a história de uma unidade de elite do Exército e da Marinha dos EUA que, durante a Guerra Fria, foi treinado para acompanhar o pelotão portando uma mochila com uma bomba nuclear em miniatura, chamada SADM.

O objetivo? Impedir a invasão soviética. Além disso, essa unidade estava preparada para atuar em fronts na Europa Oriental, Coreia, Irã ou qualquer outro lugar em que fosse necessário “derrotar forças comunistas”.

Os SADMs foram incorporados ao treinamento por volta de 1964 e tinham um poder destrutivo equivalente a mil toneladas de TNT. O artefato era preparado com detonador e timer, ativados e programados pelo operador. Esse processo não era lá tão seguro, como revela um dos técnicos envolvidos na operação: “Nós ficávamos fora da faixa de vaporização, mas bem dentro do ‘Eu vou sentir o maravilhoso vento quente que vai soprar após a detonação’”. Um vídeo obtido pela reportagem via Lei de Acesso à Informação mostra o procedimento de ativação do dispositivo.

A arma foi aposentada em 1989, quando foi considerada “obsoleta” pelo Departamento de Defesa e Energia dos EUA e porque não havia mais a “necessidade operacional”de mantê-la.

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